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O Peso do Estado na pátria do mercado



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De: Reginaldo Carmello Correa De Moraes e Maitá de Paula e Silva
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Características


O Peso do Estado na pátria do mercado
Os Estados Unidos como país em desenvolvimento

Sinopse

Os textos que integram este livro demonstram que foi o Estado, e não a livre iniciativa, a mola propulsora do veloz desenvolvimento dos Estados Unidos ao longo do século 19. Naquele período, o país deixou a condição de subdesenvolvido e alcançou o status de maior economia do planeta, suplantando as economias da Inglaterra, França e Alemanha juntas.

Baseados no exame de vasta literatura, os autores mostram que nos anos 1800 a intervenção estatal foi decisiva para a rápida expansão das fronteiras para o oeste. A chamada “marcha” se deu a bordo da capilaridade de extensa malha ferroviária e um sem número de universidades que, construídas com forte apoio do poder público, desencadearam a urbanização. No século 20, o governo impulsionaria a estratégica área de inovação.

A União bancava boa parte dos custos dos projetos de desenvolvimento por meio da doação de propriedades no começo do século 19, pois era dona de nada menos do que 80% das terras do país, fatia que superava os cinco milhões de quilômetros quadrados, área equivalente a mais de “meio Brasil”. Apenas para as ferrovias, o governo federal doou, diretamente, cerca de 530 mil quilômetros quadrados, o que equivale aos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina juntos. Para a educação destinou mais de 400 mil quilômetros quadrados.

À generosidade das políticas do governo de Washington para diversos setores somaram-se estímulos de políticas intervencionistas dos estados federados e governos locais, em especial na regulação de atividades econômicas como manufaturas, bancos e comércio, e na edificação dos internal improvements, sem os quais a indústria e o gigantesco mercado interno dos Estados Unidos não teriam se viabilizado em tal velocidade. As próprias associações civis floresceram à sombra do Estado, que por meio de suas agências sempre se empenhou na criação, proliferação e manutenção desses grupos organizados.

“Contudo [...], até mesmo analistas sofisticados insistem em minimizar essa intervenção do comando estatal no desenho do modelo socioeconômico, em particular quando o discurso se dirige a países em desenvolvimento, como uma ‘lição da história’”, escrevem os autores.

Autores

Reginaldo Carmello Correa De Moraes

Tem doutorado em Filosofi pela USP e é professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), da Unicamp. Publicou, pela Editora Unesp, Estado, desenvolvimento e globalização (2006) e As cidades cercam os campos (2008, em coautoria com Maitá de Paula e Silva e Carlos Henrique Goulart Árabe).

Maitá de Paula e Silva

É mestre em Ciência Política pela Unicamp e foi professora da UFRN. Publicou, pela Editora Unesp, As cidades cercam os campos (2008, em coautoria com Reginaldo C. Moraes e Carlos Henrique Goulart Árabe).

Informções técnicas

Preço: R$23,00
Idioma: Português
Formato: 14 x 21
Páginas: 87
Edição: 1ª
Ano: 2013
Acabamento: Brochura com orelhas
Peso: 220g

 

EDITORA CAROS AMIGOS

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